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Artigo

Como criar um artigo otimizado que ranqueia no Google

Sempre que construímos um site, o objetivo é atrair novos clientes. E, para que isso aconteça sem a necessidade de pagar anúncios o tempo todo para o Google, o caminho é investir em um bom SEO.

O SEO está diretamente ligado ao tipo de conteúdo que é produzido dentro do site. É o conteúdo que mostra ao Google sobre o que a empresa fala, para quem ela fala e se aquele material realmente ajuda quem está pesquisando.

Quando o texto é bem estruturado, aí sim, consideramos um artigo otimizado que ranqueia no Google. Isso acontece porque o conteúdo passa a ser claro para o leitor e relevante para o mecanismo de busca, aumentando as chances de alcançar boas posições de forma orgânica.

Qual o tamanho ideal do texto para um artigo otimizado?

O Google não define um tamanho ideal de artigo ou texto. Ainda assim, com base em testes práticos e na experiência de especialistas em SEO, conteúdos mais completos exigem um volume mínimo para desenvolver bem o tema.

Na prática, textos com pelo menos 600 palavras costumam permitir maior aprofundamento, clareza e relevância. Por isso, a recomendação mais comum em SEO é que o artigo tenha, no mínimo, 600 palavras.

Repetição de palavras-chave

No início, o Google associava relevância à repetição direta da palavra-chave. Isso levou a textos forçados, com a mesma expressão repetida várias vezes, muitas vezes mais de dez, tornando a leitura cansativa e artificial.

Com o tempo, o algoritmo evoluiu e passou a compreender relações semânticas, ou seja, palavras e termos relacionados ao tema principal. A partir disso, a repetição excessiva perdeu importância. Ainda assim, na prática, a maioria dos artigos bem posicionados mantém a palavra-chave algumas vezes ao longo do texto.

O padrão mais seguro é que ela esteja no título principal, em pelo menos um título H2 e em um parágrafo do conteúdo. Por esse motivo, a recomendação é usar a palavra-chave entre duas e três vezes, sempre de forma natural.

Hierarquia de títulos

A hierarquia de títulos é a forma como a estrutura do artigo é organizada para facilitar a leitura e o entendimento do conteúdo, tanto para o leitor quanto para o Google. Essa hierarquia é composta por H1, H2, H3, H4, H5, H6 e pelos parágrafos, e cada nível tem uma função clara dentro do texto.

O H1 é sempre o título principal do artigo. Ele define o tema central e deve existir apenas uma vez. Logo abaixo do H1 vem a introdução, escrita em parágrafo, contextualizando o assunto antes de aprofundar nos tópicos.

Quando o texto entra em um novo assunto ou bloco de informação, utiliza-se o H2. Ele funciona como os grandes tópicos do artigo. Abaixo de cada H2, o conteúdo é desenvolvido em parágrafos. Se dentro desse mesmo assunto surgir a necessidade de detalhar, explicar melhor ou abrir um desdobramento específico, entra o H3, que é um subtópico do H2.

A lógica segue sempre nessa ordem. H3 aprofunda o H2, H4 aprofunda o H3, e assim por diante. Não se pula níveis. Um H3 nunca vem direto após um H1 sem um H2 antes, e um H4 só faz sentido se existir um H3 acima dele. Cada nível depende do anterior.

Na prática, pense na hierarquia como uma árvore. O H1 é o tronco. Os H2 são os galhos principais. Os H3 são ramificações desses galhos. Os parágrafos são o conteúdo que sustenta cada parte dessa estrutura. Seguir essa ordem deixa o texto mais claro, mais organizado e muito mais fácil de ser interpretado pelo.

Exemplo prático de hierarquia de títulos aplicada em um artigo.

Título principal H1: Marketing digital para advogados

Introdução:
Neste artigo, vamos falar sobre como o marketing digital pode ajudar advogados a ampliar a visibilidade do escritório, atrair clientes qualificados e estruturar uma presença online mais estratégica.

Título H2: Melhores ferramentas para trabalhar no digital
As melhores ferramentas para trabalhar no digital são as plataformas de tráfego pago, que permitem ampliar resultados em menos tempo. Com elas, é possível alcançar pessoas que já estão buscando por serviços jurídicos e gerar contatos de forma mais previsível.

Título H3: Plataformas de tráfego pago
Entre essas ferramentas, existem plataformas específicas que permitem anunciar no momento certo, para o público certo, aumentando as chances de conversão e acelerando a captação de clientes.

Título H3: Produção de conteúdo jurídico
Além dos anúncios, a produção de conteúdo ajuda a construir autoridade, esclarecer dúvidas comuns e reforçar a confiança do potencial cliente antes do contato direto.

Título H2: Estrutura comercial
Pode parecer que a estrutura comercial está desconectada do marketing, mas, na prática, ela tem grande importância. Não adianta gerar leads (contatos interessados) se o atendimento não está preparado para responder rápido, qualificar o contato e conduzir a conversa até a contratação do serviço.

Esse é o raciocínio da hierarquia. O H1 define o tema central. A introdução contextualiza. O H2 abre um assunto dentro do tema principal. O H3 aprofunda um ponto específico desse assunto. A estrutura sempre segue essa ordem, do mais amplo para o mais específico. Quando mudar o assunto inicia um novo H2.

Links

Links Internos e Externos

Links internos e links externos servem para dar contexto e referência ao texto. Sempre que surgir um termo, conceito ou assunto que possa gerar dúvida para o leitor, o ideal é criar um link que ajude no entendimento.

O link interno direciona para outro artigo ou página dentro do seu próprio site, aprofundando aquele ponto e mantendo o leitor navegando pelo conteúdo. Já o link externo leva para um site fora do seu domínio, como o de uma empresa, organização, entidade oficial ou fonte de autoridade que complemente a informação apresentada.

Na prática, os links funcionam como apoio ao conteúdo. Eles mostram ao Google que o texto está bem conectado, bem referenciado e inserido em um contexto maior. A recomendação mais comum é utilizar pelo menos um link interno e um link externo ao longo do artigo, podendo chegar a duas inserções de cada, sempre de forma natural e relevante para o tema tratado.

Link amigável

O link amigável é definido no momento da publicação do artigo e corresponde ao endereço da página onde o conteúdo será acessado. É por meio dele que a pessoa encontra o artigo no seu site, por isso é importante que a palavra-chave principal esteja presente nesse caminho.

Esse link deve ser claro, direto e fácil de entender, sem números, códigos ou termos desnecessários. Ele indica ao usuário e ao Google qual é o assunto do conteúdo antes mesmo da leitura, ajudando na organização do site e na interpretação do tema.

O tamanho também influencia. O ideal é que o link seja curto, geralmente com 3 a 5 palavras, sempre alinhado ao tema do artigo. Quanto mais simples e objetivo, melhor a experiência de navegação e maior a chance de o Google compreender corretamente o conteúdo da página.

Exemplo: nomedasuaempresa.com.br/marketing-digital-para-advogados

Como saber o que escrever

Saber o que escrever é tão importante quanto escrever bem. Muitas vezes um tema parece relevante, mas simplesmente não tem busca na internet. O que faz a diferença é entender o nível de interesse das pessoas por aquele assunto antes de produzir o conteúdo.

Esse interesse pode ser analisado com o uso de ferramentas. O próprio Google Ads oferece o Planejador de Palavras-chave, que é gratuito e permite estimar volume de busca. Existem também ferramentas específicas, como o Semrush, voltadas para análise de volume, concorrência e intenção de pesquisa.

Além disso, inteligências artificiais como ChatGPT, Gemini, Claude e DeepSeek ajudam a projetar quais termos fazem mais sentido para determinado público. Os números podem variar um pouco para cima ou para baixo, mas a leitura de intenção costuma ser bastante precisa.

Ao escrever um artigo, é fundamental pensar de forma estratégica. Existem palavras-chave informacionais, comerciais, transacionais e navegacionais. Cada uma atende a um momento diferente da jornada do usuário. Quando o conteúdo é apenas informacional, ele pode gerar tráfego, mas não necessariamente atrair clientes qualificados. Por isso, o ideal é mesclar os tipos de palavras-chave ao longo do site.

Quando você escreve artigos baseados em termos que realmente têm busca e intenção clara, evita perder tempo, aumenta as chances de ranqueamento e torna o conteúdo mais relevante, tanto para o Google quanto para quem está procurando uma solução de verdade.

Todo artigo precisa responder exatamente ao que a pessoa está procurando. Se a busca é informacional, o texto deve ensinar e esclarecer. Se for comercial ou transacional, precisa mostrar soluções e caminhos claros. Alinhar o conteúdo com a intenção de busca é o que conecta SEO com resultado real, não apenas com visitas.

Meta title e meta description

Além do conteúdo em si, todo artigo precisa de um meta title e de uma meta description bem definidos. Esses elementos aparecem diretamente nos resultados de busca e influenciam a decisão de clique do usuário. O meta title deve estar conectado à palavra-chave principal, que é o título central do artigo, funcionando como uma versão resumida e estratégica do H1.

Já a meta description é um pequeno resumo do conteúdo. Nela, a palavra-chave também deve aparecer de forma natural. O ideal é que essa descrição tenha entre 140 e 160 caracteres, sendo clara, objetiva e explicando exatamente o que a pessoa vai encontrar ao acessar o artigo. Uma boa meta description não garante posição, mas aumenta significativamente a taxa de cliques.

Uso de imagens e otimização

Um artigo bem estruturado precisa de imagens de boa qualidade, relacionadas diretamente ao tema. As imagens ajudam na compreensão do conteúdo e tornam a leitura mais agradável. Além disso, é importante que elas sejam leves para não prejudicar o carregamento da página.

O mais indicado é utilizar imagens em formato JPG, evitando PNG sempre que possível, já que o JPG é mais leve. O tamanho da imagem deve ser reduzido e adequado ao site.

Outro ponto essencial é nomear o arquivo da imagem com a palavra-chave do artigo e preencher o texto alternativo, pois isso ajuda o Google a entender o contexto da imagem e contribui para o SEO.

Link building e backlinks

O conteúdo do seu artigo ganha força quando ele é bem escrito e bem estruturado, mas a autoridade do site aumenta ainda mais quando outros sites passam a recomendar esse conteúdo.

É exatamente esse o papel do link building. Quando um artigo publicado por parceiros, portais, empresas ou sites relevantes aponta para o seu texto, o Google interpreta isso como um sinal de confiança e relevância.

Esses links externos que direcionam para o seu site são chamados de backlinks. Quanto mais qualificados eles forem, maior tende a ser o impacto positivo no ranqueamento.

Não se trata de quantidade, mas de qualidade e contexto. Um link vindo de um site relacionado ao seu segmento e com boa autoridade vale muito mais do que vários links sem relevância.

Na prática, o link building ajuda o Google a entender que o seu conteúdo é referência naquele assunto. Ele complementa o trabalho de SEO on page, fortalece a credibilidade do site e contribui para alcançar posições mais altas de forma orgânica.

Por isso, além de escrever bons artigos, é importante pensar em estratégias que façam esse conteúdo ser citado e recomendado por outros sites confiáveis.

Escaneabilidade do texto

O conteúdo precisa ser fácil de ler. Parágrafos longos dificultam a leitura, principalmente no celular. Por isso, a recomendação é trabalhar com parágrafos curtos, frases diretas e boa separação visual entre os blocos de texto.

O ideal é que cada parágrafo tenha, em média, de 3 a 4 linhas. Esse formato facilita a leitura rápida, melhora a experiência do usuário e aumenta o tempo de permanência na página, fatores que ajudam no desempenho do artigo no Google.

Tempo de resultado

O SEO é um processo mais lento porque o Google precisa, antes de tudo, confiar no site. Essa confiança é construída ao longo do tempo, com conteúdo consistente, bem estruturado e relevante.

Sites que possuem, em média, de 120 a 200 artigos tendem a ser vistos como sites de alta autoridade, justamente por demonstrarem profundidade e constância na produção de conteúdo de qualidade.

Por isso, escrever artigos não significa produzir em grande volume de uma só vez. O que realmente faz diferença é a consistência. Publicar 1 ou 2 artigos por semana gera resultados melhores do que postar 30 artigos em um único dia.

O Google valoriza a regularidade, principalmente quando o conteúdo é publicado dentro de uma cadência bem definida.

Sempre que for escrever um artigo, é importante pensar em tempo, qualidade e frequência. Além disso, é essencial ter clareza sobre para quem aquele conteúdo está sendo produzido.

Nem todo artigo é feito para vender diretamente. Em muitos casos, o objetivo é educar, gerar confiança e atrair o público certo, para que, com o tempo, esse interesse se transforme em resultado.

Uso de inteligência artificial

O uso de inteligência artificial ajuda muito no processo de criação de conteúdo, principalmente por acelerar o ritmo de produção dos artigos. Ela permite ganhar tempo na organização das ideias, na estrutura do texto e até na sugestão de palavras-chave.

Porém, existe um cuidado essencial nesse processo: não deixar que a inteligência artificial escreva sozinha.

Ainda é necessário analisar o texto, ajustar comandos e usar prompts bem direcionados. O ideal é que você ajude a inteligência artificial, com o seu ponto de vista, sua linguagem, sua experiência prática e o contexto do público que deseja atingir.

Quando isso não acontece, o texto tende a ficar genérico e com um padrão excessivamente robotizado.

Isso não acontece apenas com uma ferramenta específica. ChatGPT, Gemini e outras plataformas seguem padrões próprios de linguagem, buscando respostas que pareçam boas para quem lê, mas que acabam repetindo termos, estruturas e expressões que não usamos.

Por isso, a revisão humana é indispensável para eliminar repetições, ajustar o tom e tornar o conteúdo mais natural e estratégico.

Existem ferramentas que ajudam a analisar se um texto gerado por inteligência artificial tem qualidade aceitável, como o ZeroGPT e outras semelhantes. Ainda assim, nenhuma ferramenta substitui a análise humana.

É essa revisão final que garante clareza, naturalidade e alinhamento com o objetivo do artigo, aumentando a qualidade do conteúdo e reduzindo riscos para o SEO.

Conclusão

Criar conteúdo que realmente ranqueia exige estratégia, consistência e conhecimento prático de SEO. Não se trata apenas de escrever bem, mas de entender busca, intenção, estrutura e como o Google avalia cada detalhe do site. É justamente nesse ponto que a Agência X3 pode ajudar.

Trabalhamos com produção de conteúdo focada em ranqueamento, SEO técnico, tráfego pago, gestão de marketplace e estratégias digitais completas para empresas que querem crescer de forma estruturada e previsível.

Todo o processo é pensado para gerar visibilidade, atrair o público certo e transformar acesso em resultado.

Se você quer estruturar seu site e seu conteúdo da forma correta, é só entrar em contato com a nossa equipe clicando aqui.

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